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Como usar a tecnologia sem perder a essência da infância?
9 de abril de 2026
Celulares, tablets e computadores estão cada vez mais presentes na rotina das crianças. Porém, o maior desafio da escola e da família não é afastar a tecnologia do universo infantil, mas ensinar sobre equilíbrio, para que os pequenos não percam essa fase tão preciosa do brincar e conviver.

A infância é repleta de descobertas, especialmente nas interações, brincadeiras e experiências sensoriais. Assim, a tecnologia pode ser uma aliada no processo de construção da visão de mundo, mas não pode substituir as vivências reais.
Ferramenta pedagógica
Na escola, o uso consciente da tecnologia passa pela intencionalidade pedagógica. O uso das telas é integrado ao aprendizado. No CEV Baby, os recursos digitais enriquecem as aulas, estimulam a curiosidade e ampliam repertórios, sempre em atividades alinhadas aos objetivos educacionais.

Acompanhamento constante
Em casa, o papel da família é igualmente importante. Estabelecer limites claros para o uso de telas, acompanhar o conteúdo acessado e, principalmente, oferecer alternativas fora do ambiente digital são fundamentais. Momentos simples como brincar juntos, contar histórias, desenhar ou conversar fortalecem vínculos e ajudam a criança a entender que a tecnologia é apenas uma parte das atividades possíveis.
A ideia central é manter a qualidade no uso, respeitando a regulamentação para cada faixa etária. Os aparelhos podem ser ótimos para incentivar conteúdos educativos e desafiar as crianças quando consumidos para seu crescimento ao invés do isolamento. O mais importante é preservar a essência da infância.