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Conheça: Sérgio Ricardo

Sua vocação foi descoberta “por acaso”, como costuma dizer. Com larga experiência no universo dos concursos públicos, é um profissional que coleciona importantes aprovações ao longo da carreira, representando uma grande inspiração para seus alunos. Leciona desde os 19 anos, tendo chegado ao CEV em 2015. Realizado, ele não vê tanta necessidade assim de ter momentos de folga propriamente ditos, pois diverte-se e ama o que faz. No âmbito dos preparatórios domina disciplinas ligadas à área criminal (Direito Penal, Direito Processual Penal e Legislação Especial). Esse é Sérgio Ricardo, professor do CEV Concursos.

Sérgio começou muito cedo sua trajetória dentro das salas de aula: “Em 1997 iniciei a carreira, ainda com 19 anos de idade, na rede particular de ensino de Teresina, ministrando aulas de Geografia e História (umas das minhas grandes paixões), tanto que sou graduado pela Universidade Federal do Piauí em História”, afirma.

Com efeito, todo seu planejamento de carreira se deu mediante a busca pelas aprovações em concursos públicos. E, aos poucos, vitórias sucessivas vieram como respostas a toda dedicação que fora destinada aos seus intuitos: “Eu fui selecionado em concursos na área do Magistério, mas, tendo sido os mesmos realizados como forma de conseguir títulos. Em um deles, inclusive, consegui o primeiro lugar geral. Em 2000 submeti meus conhecimentos ao concurso da Polícia Civil do Estado do Piauí, sendo aprovado para o cargo de Agente de Polícia Civil, (outra paixão), desempenhando as atividades de Policial Civil, desde 2003. Seguindo na área, fui aprovado em concurso para o cargo de Delegado de Polícia em Tocantins, em 2014”, relembra. Logo surgiram alguns problemas referentes à conciliação das tantas tarefas as quais Sérgio tinha que realizar, mas, tais obstáculos não tardaram a ser deixados para trás: “Após o início das atividades como Policial Civil, o Magistério foi deixado de lado por incompatibilidades das atividades, mas o retorno se deu em 2008, por meio da aprovação conseguida no concurso para professor substituto da Universidade Estadual do Piauí – UESPI – já na área de Direito (outra formação que desperta dedicação quase exclusiva). No mesmo ano, comecei a desenvolver (fato que se estende até hoje) a atividade de professor universitário, atuante em graduações e pós-graduações”, relata.

Sendo um profissional da mais alta qualidade, ele, assim, logo chamou a atenção do CEV, instituição na qual ele passou a integrar a equipe do antigo AVP: “Eu cheguei ao CEV através do AVP (projeto do Grupo CEV de aulas preparatórias para a OAB) em 2015, e recebi o convite em 2016 para substituir um professor que, por problemas pessoais e profissionais, não pode acompanhar a turma. A partir de então, passei a ministrar aulas em vários cursos preparatórios, militando em especial nas disciplinas da área criminal”, diz.

Como não poderia deixar de ser, Sérgio hoje se vê como um indivíduo plenamente satisfeito com tudo que já conseguiu, sendo mais do que evidente todo amor que ele nutre por suas profissões: “Tanto no que se refere à atividade de professor, como à de policial, a descoberta da vocação foi por acaso: na primeira atividade, deu-se como um desafio para um jovem sonhador que queria entrar no mercado de trabalho e descobriu que a sua verdadeira vocação é o magistério, sendo a sala de aula um dos ambientes nos quais mais se sente à vontade. Já com relação à segunda atividade, a descoberta do apreço pela mesma aconteceu através da participação em um concurso que, a princípio, me atraiu pela questão financeira, e que, na verdade, terminou fazendo alusão a uma atividade com a qual me identifiquei bastante”, analisa.

Destacando sua atuação dentro das salas de aula, Sérgio deixa claro que as inúmeras recompensas do trabalho como professor fazem com que qualquer tipo de dificuldade que, por ventura, queira se criar, seja inteiramente destinada a um segundo plano: “Para mim, a palavra que define o fato de ser professor é realização, pois prender a atenção do aluno, ver o crescimento dele, perceber a confiança depositada em você ao tirar dúvidas (ainda que, em muitas vezes, nas altas horas da madrugada) constituem ações que representam a minha realização. Acompanhar aprovações na OAB, em um concurso ou em uma seleção pública é algo mágico, é perceber a responsabilidade social do trabalho. As recompensas são tantas que as dificuldades desaparecem, dificuldades essas que são mais evidentes pela falta de valorização em alguns setores, o que não ocorre na área de preparação para concursos e, muito menos, em uma instituição como o CEV, onde me senti acolhido e respeitado desde o teste inicial para as aulas transmitidas pelo AVP (Aqui Você Passa). Todo esforço dedicado a alcançar a atividade que se almeja é recompensado pela realização de se estar numa profissão que é desempenhada com amor”, garante.

Nesse sentido, no transcorrer de toda essa trajetória tão marcada por desafios, seu contexto familiar acabou tendo uma enorme cota de participação: “Pode parecer um jargão, mas família é a minha base. O homem que sou hoje (nos aspectos religiosos, culturais, financeiros e sociais) eu devo à minha família, que sempre representou minha base, desde o núcleo familiar de pai, mãe e irmãos, até a família formada pelos demais parentes. Os melhores momentos da minha vida já vivi ou vivo ao lado dos familiares”, enfatiza.

Sérgio não para. Não se acomoda. O trabalho passou a ser a sua maior fonte de prazer na vida, fazendo com que ele responda da seguinte maneira quando questionado acerca das atividades que destina aos seus momentos de descanso: “Folga? Aqueles momentos que relaxamos da rotina? Não sinto tanta necessidade de folga, até sou criticado por isso, pois creio que quando se tem o privilégio de desempenhar a profissão que amamos isso se torna algo secundário. Mas, quando tenho (folga) faço de tudo para ser muito bem aproveitada: gosto de cinema, academia, namorar e, principalmente, estar me divertindo em família, sejam em oportunidades nas quais estou com minha filha (ou com os sobrinhos) sejam em momentos nos quais estou com amigos em um papo descontraído”, diz, bem humorado.

Para finalizar, Sérgio deixa um recado de base motivacional para todos aqueles que estão procurando um “lugar ao Sol”. O segredo de tudo é perseverar, e riscar o verbo “desistir” do dicionário: “Sou um privilegiado, pois logo no início da vida pude ser apresentado para as profissões com as quais mais me identifico e me realizo, então posso afirmar que não existe dinheiro que pague a sensação de fazer aquilo que nascemos para fazer. Eu sou um exemplo vivo disso. Costumo dizer que todo esforço é recompensado e que ainda que esse sonho demore um pouco, envolva um pouco mais de obstáculos, a vitória virá e terá um gosto sensacional, tal como a escalada de uma montanha, que, após o emprego do esforço e a vivência plena das dificuldades que são exigidos nessa tarefa, recompensa os persistentes com a mais bonita as visões. Nunca desistam dos seus sonhos, tendo em vista que, por mais tortuoso que seja o caminho, alguém já passou por esse caminho e hoje está realizado. Essa é uma das melhores sensações que um ser humano pode sentir”, finaliza.

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