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Conheça: Profª Marcianne Morais

Desde muito cedo, ela soube como é o gostinho de ser aprovada em batalhas das mais diversas ordens, tendo seu esforço premiado com alguns incríveis primeiros lugares. Professora desde os 16 anos, sempre viu sua vida manter uma íntima relação com a Educação: foi diretora de escola, coordenadora pedagógica, supervisora municipal de ensino (em Regeneração – PI), e, a partir dessa última experiência, desenvolveu enorme apreço pela ideia de fazer (e passar) em concursos públicos: essa é Marcianne Morais, Professora de Legislação Educacional e Conhecimentos Pedagógicos do CEV Concursos.

“Sempre convivi com Educação porque minha mãe é professora (graduada em Letras – Português) e durante muito tempo ela foi diretora de uma grande escola da minha cidade. Foi também Secretária Municipal de Educação durante 8 anos. A vida toda lá em casa nós convivemos com Educação. Ela nos levava para o trabalho, a gente estava sempre envolvida nas capacitações, nas formações, nas semanas pedagógicas. A gente via, ouvia e respirava Educação. Então, essa escolha foi muito natural. Desde pequena, eu brincava de ser professora, e isso eu levei para minha vida”, relata.   

Em 1998, o primeiro nome a ser lido na lista de aprovados para o Curso de Serviço Social da UFPI foi o dela. No mesmo ano, garantiu sua vaga em Pedagogia, na UESPI.

Circunstâncias da vida a fizeram optar por este último, marcando um momento de muito aprendizado e muito trabalho: “Eu trabalhava dois turnos (manhã e noite) e estudava (à tarde). Acordava às 5:00 horas da manhã, e só chegava por volta de meia noite em casa”, afirma. Aos 21, enquanto supervisora municipal de ensino, foi responsável pela educação de mais de 3000 alunos, além de lidar, diretamente, com mais de 150 professores efetivos (fora os contratados). A partir disso, ela ingressou no universo dos concursos públicos propriamente ditos, conseguindo o êxito esperado em vários certames municipais além do primeiro lugar no concurso (federal) do Hospital Universitário (HU) da UFPI, quando deixou para trás mais de mil candidatos e ficou com uma das duas vagas oferecidas para a função de pedagoga. Em 2010, foi Consultora da Organização para a Educação, a Ciência e a Cultura das Nações Unidas – UNESCO, maior órgão educacional do mundo. Prestou serviços para o Ministério da Educação em 38 cidades do Piauí, tendo sido escolhida a melhor consultora do Estado, o qual contou com sua representação em Brasília – DF.

Para Marcianne, lecionar, mais do que uma profissão, é um mecanismo de mobilização social dos mais honrosos e eficientes: “O que vejo de bom em ser professora é a possibilidade de transformar vidas, inclusive a minha, que é transformada no dia-a-dia. Enquanto eu ensino, eu aprendo. E enquanto eu aprendo, eu ensino. Isso é o que há de mais enriquecedor”, assegura. Nesse sentido, todo aporte familiar com o qual ela sempre contou teve uma importância das maiores nessa sua trajetória de vida marcada por tanta dedicação e sucesso: “A minha família sempre me dá força, sempre me estimula, sempre me incentiva, sempre me coloca para frente, de modo a fazer com que eu nunca desista, não desanime”, diz.  

Dona de uma rotina das mais exigentes, Marcianne se mostra também bem dinâmica e profissional na hora de usufruir dos seus poucos momentos de descanso: “As horas de folga eu divido entre a igreja, a família, e, por incrível que pareça, com estudo e leitura. A folga para mim é algo que também me ajuda a produzir, sempre aproveito para pensar em novos projetos. Mas, claro, também aproveito para dormir”, ressalta, com bom humor.

Marcianne Morais chegou ao CEV Concursos em 2011, protagonizando uma aula, transmitida ao vivo, sobre a LDB, a qual ela classificou como um enorme desafio. Aos concurseiros que estão começando nessa trajetória sinuosa chamada “busca por aprovações”, e também aos que já vem tentando o sucesso há mais tempo, mas, sem êxito, ela finaliza a entrevista com um precioso recado: “Foco, determinação (são imprescindíveis). Muitas vezes, queremos o que o outro tem, mas, não queremos passar pelo que o outro passa. A gente precisa se dedicar. Exige sacrifício (a aprovação), disciplina, um objetivo muito definido de vida, de carreira, de aspecto pessoal. Tudo está interligado. O mesmo vale para quem ainda não conseguiu. A vida do vitorioso é também pautada por derrotas, essas pequenas derrotas vão nos ensinando a chegar até a grande vitória. É aperfeiçoar o que deu certo, corrigir o que deu errado e buscar o objetivo. É fundamental que a gente acredite que somos capazes de mudarmos nossa vida através do estudo”, pontua.  

Gostou? Pois, nos diga que outras histórias você quer conhecer acerca dos nossos professores! Sua sugestão é muito importante para nós, e, em breve, pode ser concretizada aqui neste espaço!