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CONHEÇA: MÁRCIO LIMA

Ele nasceu em Amarante, mas, cresceu em Regeneração. É dono de uma inspiradora história de vida, e de uma rotina das mais frenéticas de trabalho. É conhecedor profundo de estratégias motivacionais, atuando como um coach dos mais brilhantes, e um dos professores de preparatórios para concursos mais amados do Estado. Fez da frase “estuda que a vida muda” um verdadeiro lema para sua vida, e vem ajudando um sem número de estudantes a realizarem sonhos ao longo de sua expressiva carreira. Esse é Márcio Lima, professor de Informática do CEV Concursos.

A capacidade de compartilhar conhecimentos é uma habilidade que o acompanha de longa data. E foi essa postura solidária que lhe garantiu sua primeira grande oportunidade no âmbito profissional: “Na década de 90 eu fazia um curso técnico de Informática no antigo CEFET, e, no intervalo de uma aula, uma aluna, que observava meu jeito com os amigos de sala, perguntou se eu queria assumir uma turma de Informática Prática. Eu era muito novo. Tomei um susto, mas, aceitei. Daí eu peguei gosto. Sou filho de professora, o caçula de cinco (sendo, destes, três professores também). Então, o berço foi a escola, não tive como fugir. Mamãe queria que eu fosse médico, mas, hoje ela é feliz porque sabe que eu sou feliz”, relembra.  

O cursinho de Informática, como era de se esperar, não tardou a ganhar uma grande proporção, entretanto, não mantinha qualquer relação com o universo dos concursos públicos. Com efeito, a partir dessa experiência, Márcio foi trilhando um caminho que, aos poucos, fez com que ele se aproximasse do CEV: “Era Vip Net (o nome do cursinho), na rua 24 de Janeiro. Só depois criamos o preparatório para concurso. Em seguida, fui para o SEST SENAT, para dar um respaldo no currículo. Fui fundador do curso Paulo Roberto Fagundes (CPR), no Jockey Center. Coordenei o IEMP. Coordenei também o curso Aprovação em Curitiba.  Sempre analisei o CEV como forte concorrente. E aí, quando o Rafael foi montar a parte de concurso, chamou o professor Antônio Luís, havendo também a necessidade da presença de alguém com o pensamento mais moderno, e assim eu vim. Estou há 6 anos no CEV”, relata.

Márcio é daqueles que não consegue usar o tempo que possui para lamentações, apesar das muitas dificuldades que, invariavelmente, se apresentaram (e se apresentam) no transcorrer de toda sua trajetória. Ele foca nas soluções, nutrindo uma postura sempre otimista com relação a tudo. E os resultados não poderiam ser diferentes: “Às vezes, acontecem coisas em nossas vidas que julgamos como problemas e que, na verdade, podem ser a chave para uma mudança na nossa vida, um destino que a gente traça. Chegando em Teresina, vindo do interior, eu não consegui passar no vestibular ao concluir o terceiro ano. Logo meu pai desejou que eu voltasse para cidade, tendo em vista que não tinha como me manter em Teresina. Minha mãe foi quem insistiu para que eu ficasse mais seis meses, fazendo um curso de informática, enquanto eles juntavam dinheiro para pagar um pré a fim de que eu tentasse de novo o vestibular. Nesses seis meses que eu fiquei aqui por causa da reprovação (que era o fim do mundo), eu peguei o gosto pela informática. Na década de 90 isso tudo era muito novo, a chegada do Windows, saber informática era um super diferencial. No coach eu sou perfil águia: sonhador e criativo. E eu sempre pensei a Informática como a matéria do futuro”, conta.

O sucesso na vida de Márcio, foi, assim, uma grandeza que foi conseguida mediante muito empenho e disciplina, componentes esses que, até hoje, se fazem constantes em seu dia a dia: “Está parado, está lendo. Está andando, está escutando”. Essa é minha máxima. Parece coisa de doido. Eu baixo áudios de vídeos do youtube, das palestras, tenho dois pen drives dentro do carro só de áudios dos meus mentores. É isso que eu ouço no trânsito. Não gosto muito de ouvir música, só se for relaxante. Tenho também um compromisso comigo de todo dia ler 30 min de algum livro meu. É algo ‘sagrado’, pode ser na hora do almoço ou no final do dia”, assegura.

Nas poucas horas vagas das quais pode desfrutar, Márcio aproveita para confraternizar com aqueles que lhe são mais próximos, mas, claro, por tempo bem delimitado: “Qual o meu lazer? Amigos, namorada sabem que só depois das 22:00 horas. Eu gosto muito de cinema, gosto de sentar no bar para conversar, mas, no limite de meia noite, porque 6h eu tenho que estar de pé. Durmo só 4, 5h por dia. Essa é minha rotina”, diz.  

A família, por sua vez, sempre lhe soou como sua maior benção, mesmo diante de alguns dramas sabidamente complexos que a atingiram: “Eu sou o caçula e sou a base de uma família. Quando eu nasci fui dado como morto. Nasci de sete meses. O médico disse “a criança morreu”, e fizeram de tudo para salvar minha mãe – meu pai saiu comprando sangue em Amarante (em 1979). Mamãe ficou com algumas sequelas, nunca mais foi a mesma. Ela me chama de “meu anjinho” porque eu cuidei do filho que ela não tinha como cuidar (posto que ela não tinha estrutura emocional nem financeira para tanto). Depois, duas irmãs moraram comigo – hoje as duas são casadas, concursadas, com carro e tudo. E, agora, no fim da vida, meu pai está com problemas de saúde e eu seguro os dois. Então ela diz que eu escapei só para ser o anjo. Eu sou muito família. Deus dá as melhores batalhas da vida para os heróis, mas acho que ele me confundiu com o Rambo. Não é fácil”, garante.

Por fim, para os concurseiros de plantão, Márcio deixa uma dica preciosa: “Definido o foco, é hora de montar a estratégia: ter o material, e ter o plano – as horas que eu tenho para aquele projeto e como vou organizar o plano que escolhi. Entender que tudo isso é ingrediente de um bolo – tem que ter o tempo para ele ficar dentro do forno.

Gostou? Pois, nos diga que outras histórias você quer conhecer acerca dos nossos professores! Sua sugestão é muito importante para nós, e, em breve, pode ser concretizada aqui neste espaço!