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Conheça: Éder Fabeni

Ele é natural de Belém do Pará, mas, de lá saiu muito cedo para virar um autêntico “cidadão do mundo”. Sempre por motivos de trabalho, morou em lugares como Bahia, São Paulo, Brasília e Bolívia. Aos 18, começou a compartilhar conhecimentos de uma maneira mais direta, sendo monitor de uma disciplina do curso de Engenharia. Por volta dos 23, estreou como professor propriamente dito e, em 2002, voltou suas habilidades para as turmas de preparatórios de concursos. Ele já foi gerente de recursos humanos de uma empresa subcontratada pela Petrobrás (oportunidade que o fez viajar muito pelo Brasil e para fora do Brasil). Foi Auditor Processual da Secretaria de Planejamento do Distrito Federal, atuou na Corregedoria do Distrito Federal, e em algumas regionais (exercendo a função de Diretor Administrativo). Hoje ele atua também como Gerente Administrativo de um Projeto do Canal Educação e ministra as disciplinas de Orçamento Público, Licitações, além de Administração Geral e Pública. Esse é o competente Éder Fabeni, professor do CEV Concursos.

O caminho do sucesso de Éder, como não poderia deixar de ser, foi marcado por uma busca sempre constante por qualificações e aprimoramento das suas habilidades prévias: “Eu entrei na área do concurso público para dar aula porque eu já era servidor público e, como eu trabalhava, tinha a prática, além de ter feito muitos cursos dentro do próprio governo (lá em Brasília tem um negócio chamado “Escola de Governo”), então assim aconteceu. O próprio GDF pagou alguns cursos de capacitação , de especialização. Eu estudava lá dentro e vivenciava a prática. Como diretor administrativo de uma regional eu era obrigado a ter uma boa noção de orçamento público e licitações”, explica.  

Segundo ele, além da competência (que é inata a todo e qualquer profissional de renome), todos aqueles que almejam a prestação dos melhores serviços nas turmas de preparatórios precisam dar muita atenção a um ponto em especial: “Mesmo tendo esse conhecimento prático e teórico o que realmente se faz um diferencial para o professor que leciona em turmas de preparatórios de concursos é o conhecimento prévio e aprofundado acerca de como as bancas se comportam. Ou seja, você precisa conhecer como o assunto é cobrado. É muito diferente (a forma de cobrança) de um assunto dado num nível superior, da forma que o mesmo é cobrado em concurso público. O concurso público traz uma característica chamada malícia textual nas questões, havendo aquele padrão de indução ao erro. Toda banca tem como objetivo induzir o aluno ao erro. Eles exploram as disciplinas, os conceitos, mediante o emprego de muitas pegadinhas”, relata.  

O dom da partilha de conhecimento foi algo que lhe veio sem qualquer dificuldade. Desde pequeno, Éder já dava claros indícios do segmento profissional no qual seria protagonista um tanto mais à frente: “Foi um processo natural. Quando eu estava na quinta ou na sexta série do primeiro grau meus amigos se reuniam para estudarmos para prova. E geralmente era eu quem ficava à frente explicando. Eu estudava o assunto antes e, quando a gente se reunia para estudar, eu explicava. Então, minha mãe já viu isso desde pequeno. Ela chegou a comprar um quadro, e eu o usava para ensinar aos meus coleguinhas. E aí fui aprimorando. É algo que sempre faço com muito prazer. No meu caso, ser professor é uma questão de realização pessoal. Eu como professor me realizo. Não tanto pela questão financeira, mas, por uma questão real de auto realização. ”, afirma.  

Éder é um professor que busca sempre agregar o máximo de conhecimentos nas vidas de cada um dos seus alunos, e, para tanto, trazer os assuntos debatidos o mais próximo possível da realidade (algo que ele sempre faz) representa uma adaptação não apenas digna de nota, mas, fundamental: “Hoje em dia dificilmente a gente se depara com dificuldades com quem faz preparatórios de concursos, pois se trata de um público um tanto mais direcionado, esforçado. Os alunos são muito mais engajados porque eles realmente precisam aprender para que possam aplicar (o conhecimento adquirido nas provas). A dificuldade é: conseguir prender a atenção do aluno. Quando você dá uma aula para concurso (que muitas vezes dura, 3h, 3h30min) existe grande chance de suas aulas se tornarem cansativas, e, se você pega um assunto que é extremamente técnico, isso traz, muitas vezes, desânimo para o aluno. Então você precisa pegar um assunto técnico e contextualizar, pois, a partir do momento que você contextualiza um assunto trazendo-o para exemplos práticos do dia-a-dia, você consegue não só prender a atenção do aluno como também fazer com que ele entenda”, assegura.  

Sua metodologia diferenciada tem, assim, feito com que, vez por outra, ele seja agraciado com uma gratidão eterna por parte de muitos daqueles que aprenderam com suas aulas: “A maior recompensa é você se deparar com um ex aluno que hoje é um servidor público concursado e ouvir ele falar: “professor, obrigado pela sua participação! Eu consegui uma parte da minha realização profissional e o senhor teve uma participação nisso”. Isso é extremamente gratificante até mais do que o aspecto financeiro”, enfatiza.   

Com tudo isso, Éder se sente mais do que realizado, tanto do ponto de vista profissional como pessoal: “Dentro do serviço público eu consegui chegar onde eu queria, passei por muitas empresas, conheci muitos Estados do Brasil lecionando para concurseiros, tendo recebido um reconhecimento a nível nacional. Então, sou, sim, muito realizado. Pessoalmente também, com filhos já criados e até mesmo com um neto. Mas, é claro que sempre há alguma coisa a mais para ser alcançada”, diz.  Nesse sentido, aliás, o âmbito familiar se faz desde sempre o maior norte da sua vida: “A família é minha base. Os valores de família são os mais importantes para mim. Hoje eu tenho minha própria família, minha esposa, meus filhos, claro que muitas coisas vão mudando com o passar do tempo, mas, sem sombra de dúvidas, prevalecem aqueles valores que a gente aprendeu desde pequenininho dentro de casa. A família é a base para tudo.”, declara-se.  

Nas suas horas de folga há tempo para tudo, desde o aprimoramento intelectual até o cuidado pleno com o corpo: “Tenho vício em leitura, porém, com relação a livros técnicos (administração, orçamento, constituição federal, e outros). Adoro esportes, especialmente futebol e artes marciais (ir à academia também)”, garante.

Para finalizar, Éder deixa um recado bem direto e importante para os concurseiros de plantão: “Não adianta você ter só foco. É muito importante que você some ao foco a determinação e a perseverança. Eu costumo dizer que foco sem determinação e perseverança não tem efetividade. Porque é muito comum desanimar, principalmente quando você faz o primeiro concurso e percebe que não alcançou o êxito. Mas, aí está o “x” da questão. A cada concurso que você faz (se preparando da maneira devida) você está subindo um degrau. Com certeza a segunda vez será muito melhor do que a primeira, porque você adquiriu experiência. E concurso público não é só conhecimento técnico. Também entra o controle emocional e psicológico. Isso você adquire com o tempo, experiência, dia a dia”, recomenda.  

Gostou? Pois, nos diga que outras histórias você quer conhecer acerca dos nossos professores! Sua sugestão é muito importante para nós, e, em breve, pode ser concretizada aqui neste espaço!