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Conheça: Álysson Nunes

Antes de lecionar, ele advogou e trabalhou como fiscal de provas num colégio particular de Teresina. Formou-se em 2010 e, logo após concluir a pós em Direito Constitucional, iniciou sua carreira dentro das salas de aula. É um cara sossegado que, nas horas de folga, aprecia boas séries, bons filmes, e, claro, confraternizar com os amigos. Esse é Álysson Nunes, professor de Direito Constitucional do CEV Concursos desde 2015.

Embora tenha vivenciado outras experiências profissionais, Álysson sempre soube que seu futuro estava intimamente relacionado ao magistério. Compartilhar conhecimentos sempre foi algo que o atraiu: “Eu sempre soube que queria dar aula. Desde os tempos de escola já ajudava alguns colegas com Matemática, e, logo após entrar na faculdade, dei muita aula particular de reforço. Assim que me formei, fui logo atrás de uma especialização, pois tinha interesse em dar aula no Ensino Superior. Em 2012 ingressei numa faculdade, que fica ali no centro da cidade e, paralelo a isso, fui estudando para concursos”, diz.

Otimista por natureza, ele é adepto ferrenho do que se tem por perseverança, mesmo sendo conhecedor dos tantos obstáculos que podem se apresentar na vida de quem sonha ingressar no funcionalismo público: “Passei na primeira fase para o concurso de Delegado (em Goiás) e acabei ficando reprovado na segunda fase em virtude de Processo Penal. Fui fazendo vários concursos e acabei classificado no TJ/PA e no TJ/PI. Com o tempo, fui deixando de fazer concursos para me dedicar integralmente à docência. Em janeiro de 2017 acabei sendo convidado a integrar a Coordenação do CEV Concursos e, em julho do mesmo ano, fui chamado para a Coordenação da Escola de Direito Aplicado do iCEV", conta.

Álysson acredita que a docência representa um importante componente de mobilização social, tendo em vista que lida diretamente com sonhos, perspectivas, propósitos de vida: “Ser professor é ser um agente ativo na transformação da vida das pessoas. Sei que parece clichê, mas, é exatamente isso. A profissão é desgastante e, hoje em dia, com whatsapp e redes sociais as pessoas lhe abordam o tempo todo. Mas, não tem nada mais prazeroso do que ver uma pessoa que está com dificuldade em aprender um assunto, ter foco, atingir uma meta, e você ser responsável por desmistificar aquilo”, ressalta.

Com efeito, há muito mais a ser conquistado. Os caminhos da evolução profissional em sua vida são ininterruptos: “Creio que plenamente realizados nunca estamos. Eu não estou. Mesmo como professor de Direito Constitucional estou constantemente me perguntando onde posso melhorar, quais as melhores técnicas a serem utilizadas em salas de aula e quais as dicas mais “quentinhas”. Além do mais, a tecnologia vem afetando profundamente o mercado de trabalho e o ensino não está apartado dessa realidade. Creio que nós, profissionais da educação, devemos nos adaptar às novas realidades e utilizá-las a nosso favor”, assegura.

Nesse âmbito, contar com o suporte daqueles que lhe são mais próximos sempre foi de fundamental relevância nesse processo pleno da busca pelo sucesso: “Família é tudo. Outro clichê, mas, absolutamente verdadeiro. Eu não estaria onde estou sem o apoio deles, especialmente dos meus pais”, garante.

Para finalizar, Álysson deixa um recado precioso para quem, assim como ele, está mais do que disposto a conseguir realizar a meta de passar num concurso público: “Para aqueles que estão começando o caminho agora: saibam que o caminho é um pouco longo, tortuoso, com altos e baixos, mas, se houver perseverança, é muito recompensador. Para os que já tentaram algumas vezes e não lograram o êxito esperado: não desista! É comum se utilizar no mundo dos concursos a metáfora da fila: se perseverar no estudo, a fila vai andando, até que, mais cedo ou mais tarde, chega a sua vez. E sempre chega. Pode ser devagar, mais rápido, mas sempre chega. E o mais incrível de tudo é que, quando chegar, as pessoas (e o próprio concurseiro) vão esquecer de todas as reprovações anteriores, de todos os insucessos anteriores, lembrando-se apenas da aprovação. Nunca vi uma pessoa falar de um Delegado e mencionar quantas vezes ele ficou reprovado antes”, afirma.

Gostou? Pois, nos diga que outras histórias você quer conhecer acerca dos nossos professores! Sua sugestão é muito importante para nós, e, em breve, pode ser concretizada aqui neste espaço!