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CONHEÇA: ALONSO DUARTE

Ele já foi aluno CEV. É especialista em Direito Penal e Processo Penal. É Mestre em Ciências Políticas pela UFPI. É um cara super acessível com todos os seus alunos, sempre acompanhado de muita alegria e um sem número de informações e dicas preciosas. Esse é Alonso Duarte, professor do CEV Concursos.

As disciplinas que ele ministra não costumam ser das mais “amigáveis” na visão de muitos estudantes. A carga de conteúdo que as envolve é sempre muito pesada, o que, em não raras vezes, gera certa dose de apreensão: “Um dos temas que costumam trazer mais problemas para os alunos diz respeito à Teoria Geral do Crime. Dentro do Direito Penal existem várias teorias. Então, essas partes de Teoria Geral do Crime, de dosimetria, de Teoria Geral da Pena costumam fazer com que os alunos fiquem assustados, espantados com o excesso de teorias existentes”, diz. Com efeito, com a metodologia certa não há “bicho papão” que vigore: “Ao analisar a Teoria do Crime disse que cada um desses substratos, desses elementos do crime, buscando entender cada um deles. Ter uma visão ampla e também uma visão específica disso. Isso vai ajudar bastante na hora de resolver as questões e também na hora de se conseguir a aprovação, já que o aluno CEV não faz concurso por fazer, mas, sim, para passar”, afirma, com bom humor.

Tempos atrás, era comum haver um certo distanciamento entre aluno e professor, fato esse sustentado por uma arcaica noção do que vem a ser hierarquia. Alonso, por sua vez, vai de encontro a essa tendência, tendo em vista que, na medida do possível, busca estreitar os laços junto àqueles com quem divide seus conhecimentos: “Não sei se por eu ser novo, mas, eu tento agir de maneira diferente. Eu tento, sim, manter um diálogo, manter uma amizade (dentro dos limites) com os alunos. Às vezes, a gente encontra alunos que estão tendo dificuldades, algum problema pessoal, e o professor não é aquele profissional que deve estar distante. Ele tem que ter essa sensibilidade de sempre estar ali, ajudando, compreendendo as dificuldades do aluno”, assegura.  

O ingresso na carreira pública representa um grande objetivo, que, decerto, vem acompanhado de muitos obstáculos. Mas, com foco e dedicação, tudo isso pode ser deixado para trás em detrimento da consolidação da aprovação: “A vida de concurseiro não é uma vida fácil. É preciso manter aquela carga horária de estudos. Em 2013-2014 eu fui tentar a seleção para o Mestrado em Ciências Políticas na UFPI. E era uma seleção na qual havia determinadas vagas (no caso, 12). Então, naquela ocasião eu tive que me organizar para poder ter um horário diário de estudo no intuito de alcançar o êxito. Eu me lembro que não era fácil. Às vezes, eu ia dormir 4h da manhã tendo que acordar 7h para trabalhar e eu fui tentando. Você tem que perseverar, você tem que lutar. Eu sei que as dificuldades vão surgir, muitas vezes vão aparecer algumas circunstâncias que vão querer entristecer você como concurseiro. Mas, o que você deve ter em mente é resiliência, perseverança. Continue, fique batendo na porta porque uma hora a porta da aprovação vai abrir na sua vida”, finaliza.

Gostou? Pois, nos diga que outras histórias você quer conhecer acerca dos nossos professores! Sua sugestão é muito importante para nós, e, em breve, pode ser concretizada aqui neste espaço!