CEV Baby

#Blog do Baby

  • Menos brinquedos... mais brincadeiras.

    Atualmente, nota-se que a família precisa lidar com inúmeras mudanças, como a ausência de tempo, a invasão tecnológica, dentre outras questões contemporâneas que valorizam o “ter” em relação ao “ser”.

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  • TV faz mal às crianças diz especialista

    Ligar a TV, mesmo quando não vai de fato assistir algum programa, é um hábito que muitos pais levam da vida antes de ter filhos e acabam transmitindo às crianças. Pois, que atire a primeira pedra quem nunca deixou a TV ligada enquanto o bebê brincava no chão! Acontece que isso não é nada saudável e pode trazer prejuízos no curto e no longo prazo para os pequenos.

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  • Educação, maternidade e trabalho: com paciência e amor, dá tudo certo.

    Segundo dados do IBGE, 53% das mães com bebês ou em idade pré-escolar trabalha fora de casa, seja por necessidade financeira ou simplesmente pelo fato de gostar do que faz. No entanto, em ambos os casos, alguns sentimentos parecem tomar conta da mamãe que vive essa situação: culpa, insegurança quanto à educação, será que meu bebê vai ficar bem?

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  • O que você quer ser quando crescer? Saiba como estimular os talentos do seu filho

    Na infância os sonhos não conhecem limites. Uma criança pode sonhar ser um bombeiro, astronauta, ator, médico, cantor de música pop, tudo ao mesmo tempo! Conforme seu filho cresce e começa a considerar seu futuro profissional com mais seriedade, é importante estimulá-lo a preservar essa paixão e autoconfiança. Confúcio estava certo ao dizer: "Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida".

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  • A inclusão de crianças com TEA na escola

    Em 1987 na nossa primeira escola em Natal, Rio Grande do Norte, iniciámos um trabalho de educação inclusiva com crianças típicas e atípicas. Na época era um desafio imenso, havia poucos estudos sobre o assunto, mas estávamos bem acompanhados: tivemos apoio dos nossos professores na universidade e de absolutamente todos os pais dos nossos alunos. A escola era pequena, 200 alunos, e partindo do princípio de termos uma variedade enorme de nacionalidades dentro da escola, que era uma verdadeira Torre de Babel, conseguíamos ter informações e acesso a estudos, discussões e apoio de “quase” todas as partes.

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