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Cuidado com o Potó: dicas de prevenção

O período chuvoso passou e deixou em seu lugar aquele calor que já é um velho conhecido nosso! Junto com o calor, quem voltou? Isso mesmo, o potó.

O potó parece uma formiga, mas é um inseto da família dos besouros e causa estragos não proporcionais ao seu tamanho. Apesar da crença popular, não é a urina dele que causa a queimadura. Os bichinhos liberam uma substancia tóxica que, ao entrar em contato com a pele humana, pode causar queimaduras.

O potó é atraído pela luz, principalmente a branca, e durante a noite procura o lugar mais quente que geralmente é o corpo humano, por isso é comum só percebermos o “ataque” pela manhã.

A melhor forma de evitar o transtorno de uma queimadura de potó é a prevenção, ou seja, manter janelas dos quartos fechadas e, se possível, instalar telas de proteção para bloquear a entrada dos insetos, trocar as luzes brancas por amarelas (essas atraem menos os animaizinhos) e, se você ver um potó andando em cima de alguém, retire-o com calma e lave a área com água abundante. Não mate o potó apertando-o contra a pele.

Após o contato, a queimadura pode variar de intensidade e gravidade. Em casos simples, uma pomada anti-inflamatória pode ser utilizada para desinflamar e hidratar o local. Já em casos mais graves, pode haver até uma infecção secundária. Sendo assim, é essencial uma avaliação médica nos casos mais complicados.

O uso de receitas caseiras e produtos domésticos como creme dental, pomadas ginecológicas, margarina, entre outros, deve ser completamente evitado, pois podem piorar a gravidade da lesão, causar reações alérgicas, além de demorar a cicatrização da ferida.

A queimadura deve secar naturalmente, não sendo exposta à luz solar e quando em melhora, o uso de protetor solar na área em cicatrização evita que surjam manchas no local.